Ver e ouvir o diferente: Cinema

9 de maio de 2011


Cinema se traduz em imagem, som, efeitos especiais, ficção e magia. Foi inventado no fim do século XIX pelos irmãos Lumière e exibido pela primeira vez em 28 de dezembro de 1895, no subterrâneo do Grand Café em Paris para um público de 30 pessoas.

A notícia da invenção foi espalhada e rapidamente se tornou popular, surgindo assim os Nickelodeons, pequenos lugares onde se pagava o ingresso de 1 nickel.

Os primeiros filmes eram curtos e mudos, com aproximadamente 15min. O filme australiano de 1906, “The Story of the Kelly Gang”, tinha 70 minutos sendo lembrado até hoje como o primeiro longa da história. Em 1927 a Warner Bross lançou o filme “The Jazz Singer”, que pela primeira vez possuia diálogos e cantoria sincronizada, aliada a partes totalmente sem som.

Nesta época, Itália e França tinham o cinema mais popular e poderoso do mundo, mas, com a Primeira Guerra Mundial a indústria européia foi arrasada. Daí, os EUA começaram a se destacar produzindo e importando diversos filmes. Alguns produtores independentes começaram a migrar de Nova York para a costa oeste em um pequeno povoado chamado Hollywoodland. Lá encontraram condições ideais para rodar seus filmes com sol durante todo o ano, paisagens e várias etnias. Nasceu Hollywood, a Meca do Cinema.

Cinema também nos mostra uma forma diferente de ver e ouvir a realidade, seja em um documentário ou uma narrativa ficcional. O olhar do cineasta é antropológico, artístico e filosófico etc. Ele nos traz uma visão, crítica e essencial sobre o mundo.

Venha debater o ver e ouvir o diferente dentro do cinema no Estação Pátio Savassi deste sábado, 14/05, às 11h.

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